quarta-feira, 6 de novembro de 2013

DANÇAS TÍPICAS DE CURITIBA

Desde a antiguidade as danças fazem parte da cultura do povo, como uma forma de expressão popular.

Hoje, em sua maioria, as danças folclóricas não são mais feitas para registrar o significado que elas tinham no passado, mas para lembrar que existiram. E uma coisa é certa: uma das melhores formas de compreender a cultura dos antepassados é no seu folclore popular. As danças mostram quais eram as crenças, comportamentos e relação entre as pessoas de uma certa sociedade, como pode ser percebido em Curitiba.

Na capital paranaense as danças típicas são marcadas por uma mistura de culturas que invadiu o sul do país, apresentando ritmos italianos, portugueses, alemães, poloneses, entre outros. 

Fandango

O Fandango é uma série de danças populares chamadas de “marcas”. De origem ibérica, e atingindo principalmente a região litorânea do Paraná, esta dança foi introduzida pelos portugueses e sofreu uma mistura com danças indígenas no Brasil. Na Europa, ela era considerada profana e, por isso, proibida pela igreja.

O Fandango atingiu os estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e as regiões nordestinas, sofrendo em cada uma delas pequenas variações. O anubalaio, o bambaquerê, a chimarrita, o candeeiro, a cortada, o pego-fogo, a recortada e a retorcida são alguns exemplos.

Em Curitiba uma característica importante é o improviso, presente tanto na letra quanto na dança, que faz lembrar um pouco o estilo repentista do nordeste. Para fazer o som, bastam duas violas, uma rabeca e um pandeiro rústico. Quando começa a música todos ficam em roda e dançam com passos valsados e arrastados, ao castanholar de dedos, bater de tamancos, palmas e, sempre, com muita alegria.

Dança de São Gonçalo

Esta é uma dança religiosa, realizada em homenagem ao santo que responde a cada um dos seus fiéis. Perante a imagem de São Gonçalo, ela pode ser dançada em casa ou em algum local fechado.

São feitas duas fileiras viradas para o altar, uma só de homens e outra de mulheres. Na frente de cada uma delas, ficam dois violeiros. Os que estão na frente beijam o pé do santo e passam para o fim da fila, sem virar as costas à imagem. A dança é dividida em partes, que são chamadas de “voltas”. No Paraná, essas “voltas” têm nomes especiais, como “marcapasso”, “parafuso”, “despontam”, “confissão”, “casamento”, entre outros. Entre uma volta e outra, é feita uma pausa para um lanche aos convidados.

Pau-de-fitas

Essa dança colorida foi trazida para a região sul pelos colonos alemães. Um mastro de três metros de comprimento é colocado em pé e nele fica amarrado a um conjunto de largas fitas de variadas cores.

Um número par de dançadores segura a ponta de cada fita e, quando se dá início à música, o grupo começa a girar em torno do mastro. Aos poucos, os pares começam a mudar de lugar, revezando e fazendo um trançado de variados desenhos.

O Pau-de-Fitas não tem uma música específica, mas com conjuntos de violão, cavaquinho, pandeiro, acordeão, regados a muita energia e alegria consegue-se fazer uma grande festa.

Fonte: Portal online Wikipédia

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